terça-feira, 18 de janeiro de 2011

A Babel convida...

A Trilogia do Mal de Ricardo Menéndez Salmón fica completa

O Revisor é o último livro da trilogia de Ricardo Menéndez Salmón.

Depois de A Ofensa e Derrocada, a Porto Editora publica, no dia 27 de Janeiro, O Revisor, o último livro da Trilogia do Mal de Ricardo Menéndez Salmón.
Ricardo M. Salmón tem vindo a solidificar a sua posição enquanto um dos mais importantes escritores da nova geração espanhola, tendo o seu último romance, La luz es más antigua que el amor, que será publicado pela Porto Editora no próximo ano, sido considerado um dos melhores livros publicados em Espanha em 2010.

O autor vai estar presente no festival literário Correntes d’ Escritas, em Fevereiro, na Póvoa do Varzim.
 
Sinopse:
Em 11 de Março de 2004 a história de um país denominado Espanha sofreu uma mudança irreversível. Este romance fala-nos daquele dia terrível e, mais tarde, da sua reconstituição, por um revisor de provas. Um revisor que é obrigado a corrigir os erros dos outros e que, naquele dia, tropeça numa errata incorrigível e escrita no livro da realidade.
Concebido como o testemunho de um cidadão comum, mas sobretudo como uma confissão de amor, O Revisor é uma homenagem àqueles que nos permitem manter o bom senso nos tempos de incerteza, e um testemunho impressionante acerca do poder do amor nas suas diversas formas – a amizade, a paternidade, a sexualidade – como abrigo contra a inclemência da vida e contra as mentiras do Poder.
Assim, se A Ofensa indagava a Segunda Guerra Mundial num cenário de História lida e interpretada, se Derrocada se interrogava, a propósito dos nossos medos, através da História intuída ou imaginada, O Revisor aproxima-se, sem rodeios, através do narrador implacável, da História vivida e protagonizada na primeira pessoa.

Sobre o autor:
Licenciado em Filosofia pela Universidade de Oviedo, Ricardo Menéndez Salmón era já autor de uma obra diversificada quando, em 2007, com a publicação de A Ofensa, se transformou numa das referências da nova literatura espanhola. Derrocada veio a lume em 2008, seguindo-se-lhe, em 2009, O Revisor. Estes três romances, conhecidos como Trilogia do Mal, integram o catálogo da Porto editora.

O que diz a imprensa:
Ricardo Menéndez Salmón ainda não tem 40 anos e já é uma referência da nova literatura espanhola.
Isabel Coutinho, Público

Um dos autores mais sólidos, profundos e interessantes dos nossos dias.
Vicente Luis Mora, Diário de Lecturas

Ricardo Menéndez Salmón foi condenado à eternidade da Arte.
Enrique Turpin, El Periódico

Menéndez Salmón é um homem carregado de cultura e dotado de um estilo próprio, expressionista, forte.
Rafael Conte, El País

Uma referência incontornável na hora de contemplar a mais recente narrativa espanhola.
Javier Moreno, Quimera


Título: O revisor

Autor: Ricardo Menéndez Salmón
Tradutor: Helena Pitta
Págs: 128
PVP: 14,50 €

Os Demónios de Berlim encerra trilogia protagonizada por Arturo Andrade

A Porto Editora publica mais um livro do jovem e talentoso escritor espanhol Ignacio del Valle. A edição de Os Demónios de Berlim, romance que encerra uma trilogia da qual fazem ainda parte O Tempo dos Imperadores Estranhos e A Arte de Matar Dragões, levanta uma questão: será o fim do protagonista, o tenente Arturo Andrade?

A obra chega ao mercado no dia 27 de Janeiro e Ignacio del Valle apresenta-a, semanas depois, no Correntes d’Escritas, na Póvoa de Varzim, à semelhança do que aconteceu com os livros anteriores.

Em Os Demónios de Berlim, Ignacio del Valle apresenta uma perspectiva muito própria e bem fundamentada sobre os motivos que levaram à derrota nazi na Segunda Grande Guerra.

O Tempo dos Imperadores Estranhos, o primeiro livro do autor publicado pela Porto Editora, está actualmente a ser adaptado ao cinema pelo realizador espanhol Gerardo Herrero.
 
Sinopse:
"Berlim, 1945. Os soviéticos avançam, imparáveis, pelas ruas repletas de escombros. Em toda a cidade a luta é violenta, e a derrota alemã está iminente. Arturo Andrade está no meio de todo aquele caos. A sua missão: localizar Ewald von Kleist, que acaba por encontrar morto na chancelaria do Reich com um misterioso bilhete nos bolsos.
Começa assim este thriller escrito com paixão e rigor documental que, com um ritmo que não dá tréguas ao leitor, nos aproxima de uma personagem que deverá enfrentar múltiplos demónios, os alheios e os seus próprios, para salvar a única coisa que parece escapar a este contexto atroz: o amor de uma mulher."

Primeiras páginas:
Pode ler as primeiras páginas desta obra AQUI.

Sobre o autor:
Ignacio del Valle faz parte da nova e talentosa geração de escritores espanhóis. Natural de Oviedo (1971), actualmente reside em Madrid. Além do Os Demónios de Berlim (Alfaguara 2009; Prémio da Crítica de Asturias 2010), já publicou outros cinco romances, todos galardoados com importantes prémios e traduzidos em italiano, francês, polaco e português.
Também conta com mais de quarenta prémios de relato a nível nacional. Colabora regularmente com os jornais diários El Comercio e Panamá América, bem como nos suplementos Culturas, ABC.es, Culturamas, El Viajero (do jornal diário El País).
Em Portugal já tem duas obras publicadas, ambas pela Porto Editora: O Tempo dos Imperadores Estranhos (Alfaguara. 2006; Prémio de la Crítica de Asturias 2007, menção especial Premio Dashiell Hammett 2007, Prémio Libros con Huella 2006), em vias de ser adaptado ao cinema, e A Arte de Matar Dragões (Algaida. 2003; Prémio Felipe Trigo).

O que diz a imprensa:
«Uma apaixonante combinação de relato bélico e thriller policial.»

El País

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Passatempo Contos de S. Petersburgo - Resultados


Foram já encontradas as pessoas que vão ter oportunidade de perceber melhor porque é que Dostoiévski disse que: "Todos nós saímos d’O Capote de Gogol"

Os vencedores deste passatempo foram:

1 - Armando Jorge de Carvalho Ferreira - Albergaria-a-Velha
2 - Carina Alexandra Fonseca Daniel - Ribamar

Para além de publicados aqui os resultados serão comunicados aos vencedores por e-mail.

Caso algum dos vencedores não responda ao mail de notificação, no prazo de uma semana, será seleccionado um outro vencedor.

Convidamos os vencedores a publicarem aqui a sua opinião sobre o livro após a sua leitura.

Por último, um agradecimento especial à Saída de Emergência pelo apoio na realização deste passatempo.



domingo, 16 de janeiro de 2011

Passatempo Lugares de Passagem

Damos hoje início a um passatempo que marca também uma nova parceria com a Chiado Editora. O livro Lugares de Passagem de José Brás é um dos mais recentes lançamentos desta editora, e é desta obra que temos 3 exemplares para oferecer.

Para ser um dos vencedores, terá de responder acertadamente ao questionário abaixo antes do final do dia 23 de Janeiro de 2011 e esperar ser um dos sorteados.

As participações estão limitadas a uma por pessoa e, dadas questões relacionadas com o envio do prémio, só aceitamos participações de residentes em Portugal.

Sinopse:
"Filipe Bento é o ficcionado narrador de Vindimas No Capim, livro que deu a José Brás em 1987, o prémio revelação da APE na modalidade de ficção narrativa, editado por Publicações Europa America em 1988.
Em Lugares de Passagem, Filipe Bento pretende sair do seu estado ficcional e tornar-se autor de uma série de estórias que terá guardado e amadurecido no anos que decorreram desde a publicação de "Vindimas...".
Lugares de Passagem começou por chamar-se em projecto "Lisboa, lugar de passagem", porque Lisboa sempre o foi para Filipe, primeiro, lugar de ir e voltar no comboio de Vila Franca de Xira ou na carreira de Bucelence; depois, caminho da guerra colonial aonde se ia sempre com hipóteses de não voltar; mais tarde ainda, nos aviões entre aeroportos do mundo.
Lugares de Passagem é, assim, uma tentativa de viajar por dentro de gente que habita as cidades dos aeroportos, uma tentativa de visão sobre o comum e o global desejo de felicidade das pessoas, através dos anseios individuais e da conflitualidade permanente nesse jogo de aproximar e afastar. Não é um livro de contos, não é um romancce, não sei se é o que quero que seja, a tal viagem de partidas e chegadas aparentemente desligadas umas das outras mas que o leitor ligará por invisível fio paralelo e exterior, segundo a leitura de cada um, como se insinua nas apresentações iniciais."

Boa sorte para todos!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Editorial Presença atenta ao meio ambiente


Guerra & Paz edita biografia do cavalo mais veloz de todos os tempos

Secretariat – A Incrível História do Cavalo Mais Veloz de Todos os Tempos, livro que serve de base ao filme da Disney, chega agora às livrarias, com a chancela da Guerra & Paz. O livro está disponível a partir de 24 de Janeiro e o filme tem estreia marcada para 3 de Fevereiro, nos cinemas da Lusomundo.

Sinopse:
Estávamos em 1973, num tempo em que o mundo das corridas de cavalos era totalmente dominado pelos homens. Penny Chenery, uma simples mãe e dona de casa, enfrenta tudo e todos e torna Secretariat no maior cavalo de corridas de todos os tempos. Secretariat consegue o impensável: vence a Tríplice Coroa, é capa da Time, da Newsweek e da Sports Ilustrated na mesma semana, e torna-se o único animal a figurar na lista dos 50 Maiores Atletas do Século da ESPN.
Uma história mágica e empolgante que é a história de força e coragem de cada um de nós.
Visite o site do filme em www.disney.com/secretariat.

Sobre o autor:
William Nack escreveu durante vários anos para as revistas Sports Ilustrated e GQ, tendo ganho sete Eclipse Awards com os seus trabalhos. É autor de vários livros, dos quais se destaca Sporting Life. Participou activamente na adaptação para cinema do seu livro Secretariat.

O que diz a critica:
«Esta é uma história de paixão – a paixão de Secretariat e a paixão da mulher a quem ele pertencia.»
Randall Wallace, realizador de Secretariat, Braveheart e Pearl Harbour

Título: Secretariat – A Incrível História do Cavalo Mais Veloz de Todos os Tempos
Tradução: António Costa Santos
Autor: William Nack
Nº de páginas: 456
Género: Não Ficção/ Biografia
Preço: 19,50€
Saída: 24 de Janeiro

A jornalista Maria João Martins estreia-se no romance

Como o Ar que respiras tem como pano de fundo a vida da poetisa Elizabeth Browning.

A Porto Editora está empenhada em apostar na literatura nacional e começa por publicar, no dia 20 de Janeiro, o primeiro romance da jornalista Maria João Martins, Como o Ar que respiras.
Este romance conta a história de uma londrina e um português que partilham uma pesquisa sobre a vida e obra da escritora vitoriana Elizabeth Barrett Browning. Inspirado num dos sonetos da poetisa, Maria João Martins apresenta um romance com maturidade e cuidado rigor narrativo.

Sinopse:
Separados pela Geografia, Angie e Gabriel encontram-se na paixão pela beleza deste verso de Elizabeth Barrett Browning, mas também pela desmesura do sentimento que traduz. Ela está em Londres e ele em Lisboa, mas o trabalho sobre a vida e a obra literária da autora vitoriana levá-los-á ao confronto consigo mesmos, com os seus sonhos e medos. Gabriel teme que a vida nunca lhe dê o bastante e Angie, a braços com um passado perturbador, parece já não confiar na redenção. Mas, se um poema, ou uma carta, não for apenas um conjunto de palavras, mas um rastilho capaz de desencadear um incêndio, muito depois de ter sido escrito, o que poderá acontecer?

Sobre a autoura:
Maria João Martins quis ser médica, professora, realizadora de cinema e cenógrafa, mas acabou por não resistir à tentação da escrita. Nascida em Vila Franca de Xira em 28 de Junho de 1967, tornou-se jornalista, aos 20 anos, no extinto Diário de Lisboa e hoje é redactora do Jornal de Letras, Artes e Ideias, sendo ainda colaboradora das revistas Vogue, Máxima, Visão e DIF. Licenciada em História e mestre em História dos descobrimentos e Expansão Portuguesa pela Faculdade de Letras de Lisboa, foi professora universitária durante 5 anos e assinou um programa de História na RDP- Antena 2 durante dois anos. Recebeu vários prémios de jornalismo, entre os quais o de Revelação de Reportagem do Clube Português de Imprensa e o Júlio César Machado da Câmara Municipal de Lisboa. Como autora publicou vários estudos de História, nomeadamente Divas, Santas e Demónios - Mulheres Portuguesas e O Paraíso Triste - O Quotidiano em Lisboa durante a IIª Guerra Mundial. Estreou-se na ficção com a novela Escola de Validos (2007).

Título: Como o ar que respiras
Autor: Maria João Martins
Págs: 152
PVP: 15.00 €

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Novidades: Sextante Editora publica "Uma Vida à sua Frente"

A Sextante Editora orgulha-se de publicar Uma vida à sua frente, escrito por Romain Gary sob o pseudónimo de Émile Ajar.
Este romance, que chega às livrarias no dia 20 de Janeiro, foi agraciado com o Prémio Goncourt em 1975, porque não se sabia que Romain Gary, que já tinha sido premiado em 1956, era o seu verdadeiro autor. Só após o suicídio de Gary se soube que Émile Ajar era um pseudónimo seu.
Uma vida à sua frente, romance que vendeu milhões de exemplares em todo o mundo e nunca tinha sido publicado em Portugal, tem como narrador um rapaz muçulmano de 14 anos, Momo, que vive com outros rapazes ao cuidado de Madame Rosa, uma prostituta reformada, judia sobrevivente dos horrores de Auschwitz.

Sinopse:
Uma vida à sua frente é narrado por Mohammed, um rapaz árabe de 14 anos, órfão, que vive no bairro pobre de Belleville com Madame Rosa, prostituta reformada e sobrevivente de Auschwitz.
Publicado em 1975, o livro teve êxito imediato: vendeu milhões de exemplares em todo o mundo, foi  traduzido em mais de vinte línguas e adaptado para o cinema num filme com Simone Signoret. Nesse mesmo ano, recebeu o Prémio Goncourt.

Sobre o autor:
Roman Kacew nasceu em Vilnius, Lituânia, em 1914, de pais russos judeus. Aos catorze anos muda-se para Nice com a mãe, que investe as suas energias em moldar o destino do filho. Todos os triunfos augurados por Nina se cumpriram: Romain Gary, como passou a assinar, foi aviador e herói de guerra, fez carreira diplomática na Bulgária, França, Suíça e Estados Unidos, e tornou-se um dos mais famosos escritores do seu tempo. Educação europeia, o seu primeiro livro, foi aclamado por Sartre como o melhor romance sobre a resistência aliada. Com As raízes do céu, que John Huston adaptaria para o cinema, venceu o Goncourt em 1956. Em Los Angeles, casou-se com a actriz Jean Seberg, escreveu guiões de cinema, realizou filmes.
Um ano após a morte da mulher, em 1980, Gary suicida-se em Paris com um tiro na cabeça. Numa nota revela ser o criador de Émile Ajar, autor de romances de grande êxito, entre eles Uma vida à sua frente, que em 1975 foi distinguido com o Goncourt. Perante a recusa do autor em receber o prémio, o júri havia protestado: «O Goncourt é como a vida e como a morte – não se aceita nem se recusa. Émile Ajar é, não obstante, o laureado.» E Romain Gary entrou assim na História como o único autor a receber o mais prestigiado prémio literário em França por duas vezes.

O que diz a imprensa:
Uma vida à sua frente (…) é uma gigantesca tentativa de subversão de todos os códigos linguísticos. Donde o júbilo perpétuo que percorre o livro. Donde também, e sobretudo, a infinita ternura que une o pequeno Momo e Madame Rosa e que faz deste livro uma das mais comoventes histórias de amor.
L’Express


Uma vida à sua frente é um livro que perturba com a sua felicidade amarga, com a sua verdade, com o seu amor à vida e um desencanto risonho, com a justeza da sua escrita.
Nouvel Observateur

É absolutamente necessário ler Uma vida à sua frente, de Émile Ajar. Um livro que vai direito ao coração.
Marie France

Título: Uma vida à sua frente
Autor: Romain Gary (Émile Ajar)
Tradutor: Joana Cabral
Págs: 184
PVP: € 16.50