terça-feira, 22 de março de 2011
Aí está o vencedor do Man Booker Prize 2010
A Questão Finkler - Howard Jacobson
Porto Editora publica A Questão Finkler, vencedor do Man Booker Prize 2010
Sinopse:
Treslove está em plena crise de identidade. Ele não tem uma opinião muito concreta sobre a circuncisão, o conflito entre Israel e a Palestina, ou os monumentos ao Holocausto - na verdade, sobre todo e qualquer aspeto da cultura judaica dos nossos dias. Mas o verdadeiro problema com a identidade de Julian é não ser judeu - não que esse pequeno pormenor o impeça de viver obcecado com o judaísmo.
No início do livro Julian, de 49 anos, acaba de sair de um jantar com o seu colega dos tempos de escola Sam Finkler e do antigo professor de ambos, Libor Sevcik. Sam e Libor, ambos judeus, perderam recentemente as suas esposas. O passado de Julian com as mulheres é um pouco diferente: nunca se casou e tem dois filhos adultos que sempre ignorou. No meio dos seus devaneios, enquanto regressa a casa, acaba por ser assaltado por uma mulher que, ao partir, lhe chama Judeu - ou pelo menos foi isso que lhe pareceu ouvir. A partir desse momento, o seu sentido de identidade começará a transformar-se radicalmente.
No início do livro Julian, de 49 anos, acaba de sair de um jantar com o seu colega dos tempos de escola Sam Finkler e do antigo professor de ambos, Libor Sevcik. Sam e Libor, ambos judeus, perderam recentemente as suas esposas. O passado de Julian com as mulheres é um pouco diferente: nunca se casou e tem dois filhos adultos que sempre ignorou. No meio dos seus devaneios, enquanto regressa a casa, acaba por ser assaltado por uma mulher que, ao partir, lhe chama Judeu - ou pelo menos foi isso que lhe pareceu ouvir. A partir desse momento, o seu sentido de identidade começará a transformar-se radicalmente.
Sobre o autor:
Howard Jacobson (Manchester, 1945) é um escritor britânico de origem judaica. Considerado pela crítica como “o Philip Roth inglês” por os seus romances se centrarem nas relações e comportamentos da sociedade judaica britânica, prefere, de forma irónica, ser conhecido como “Jane Austen judeu”.
Paralelamente à escrita, foi professor de Inglês no Wolverhampton Polytechnic do
West Midlands e no Selwyn College, bem como na Universidade de Sidney. Participou igualmente em diversos programas televisivos no canal britânico Channel 4.
A Questão Finkler, vencedor do Man Booker Prize 2010, é o primeiro livro do autor a ser publicado em Portugal.
Paralelamente à escrita, foi professor de Inglês no Wolverhampton Polytechnic do
West Midlands e no Selwyn College, bem como na Universidade de Sidney. Participou igualmente em diversos programas televisivos no canal britânico Channel 4.
A Questão Finkler, vencedor do Man Booker Prize 2010, é o primeiro livro do autor a ser publicado em Portugal.
Títulos: A Questão Finkler
Autor: Howard Jacobson
Tradução: Alcinda Marinho
Págs: 376
Capa: mole com badanas
PVP: 17,60 €
Autor: Howard Jacobson
Tradução: Alcinda Marinho
Págs: 376
Capa: mole com badanas
PVP: 17,60 €
"Indignai-vos - Stéphane Hessel" é novidade da Objectiva
Indignai-vos - Stéphane Hessel
Sinopse:
«A minha longa vida deu-me uma série de motivos para me indignar».
Quem escreve é Stéphane Hessel, 93 anos, herói da Resistência francesa, sobrevivente dos campos de concentração nazis e um dos redactores da Declaração Universal dos Direitos Humanos. É com a autoridade moral de um resistente inconformado e de um lutador visionário que Stéphane Hessel nos alerta, neste breve manifesto, para o facto de existirem hoje tantos e tão sérios motivos para a indignação como no tempo em que o nacionalsocialismo ameaçava o mundo livre. Se procurarmos, certamente encontraremos razões para a indignação: o fosso crescente entre muito pobres e muito ricos, o estado do planeta, o desrespeito pelos emigrantes e pelos direitos humanos, a ditadura intolerável dos mercados financeiros, a injustiça social, entre tantos outros. Aceitemos o desafio de Stéphane Hessel, procurando neste livro e no mundo que nos rodeia os motivos para a insurreição pacífica, pois "cabe-nos a todos em conjunto zelar para que a nossa sociedade se mantenha uma sociedade da qual nos orgulhemos."
Quem escreve é Stéphane Hessel, 93 anos, herói da Resistência francesa, sobrevivente dos campos de concentração nazis e um dos redactores da Declaração Universal dos Direitos Humanos. É com a autoridade moral de um resistente inconformado e de um lutador visionário que Stéphane Hessel nos alerta, neste breve manifesto, para o facto de existirem hoje tantos e tão sérios motivos para a indignação como no tempo em que o nacionalsocialismo ameaçava o mundo livre. Se procurarmos, certamente encontraremos razões para a indignação: o fosso crescente entre muito pobres e muito ricos, o estado do planeta, o desrespeito pelos emigrantes e pelos direitos humanos, a ditadura intolerável dos mercados financeiros, a injustiça social, entre tantos outros. Aceitemos o desafio de Stéphane Hessel, procurando neste livro e no mundo que nos rodeia os motivos para a insurreição pacífica, pois "cabe-nos a todos em conjunto zelar para que a nossa sociedade se mantenha uma sociedade da qual nos orgulhemos."
Editora - Objectiva
Data de Lançamento - Março 2011
ISBN - 9789896720766
Dimensões - 13 x 21 cm
Nº Páginas - 52
Encadernação - Capa Mole
quinta-feira, 17 de março de 2011
António Lobo Antunes vai receber Honoris Causa
O escritor António Lobo Antunes será distinguido com o doutoramento Honoris Causa pela Universidade de Lisboa. A cerimónia, marcada para a próxima segunda-feira, dia 21 de Março, às 18h00, terá lugar na Aula Magna da Reitoria da Universidade. Esta distinção insere-se na Cerimónia Comemorativa dos 100 anos da Universidade de Lisboa que fez dela, simbolicamente, "o momento mais importante do programa das celebrações".
Recorde-se, por outro lado, que já no próximo mês Abril a Dom Quixote fará chegar às livrarias o Quarto Livro de Crónicas do autor e, em Outubro, publicará o seu mais recente romance, intitulado Comissão das Lágrimas.
Depois do grande sucesso de hush, hush, aí está a sequela: Crescendo
Sinopse:
A vida de Nora Grey continua longe de ser perfeita. Sobreviver a um ataque que podia ter-lhe custado a vida não foi fácil, mas tudo se resolveu, graças ao seu anjo da guarda - uma criatura misteriosa, sedutora e bela.
Mas Patch tem sido tudo menos angelical. Está mais distante do que nunca e parece estar a passar demasiado tempo com a arqui-inimiga de Nora, Marcie Millar. E, como se isso não bastasse, Nora é assombrada por recordações do seu pai assassinado, começando a pensar que as intrigas dos anjos poderão estar relacionadas com a morte dele.
Desesperada por desvendar os estranhos acontecimentos do seu passado, Nora expõe-se ao perigo, na esperança de encontrar algumas respostas.
Mas todos sabemos que há perguntas que nunca devem ser feitas...
Sobre a autora:
Becca Fitzpatrick cresceu a ler as aventuras de Nancy Drew e Trixie Belden, com a ajuda de uma lanterna, debaixo dos lençóis. Licenciou-se em Saúde, vocação que rapidamente trocou pelas histórias. Quando não está a escrever, o mais certo é estar a correr, a vasculhar as prateleiras das lojas em busca de sapatos giros e em saldos ou a ver séries de televisão.Vive no Colorado. Descubra mais em http://www.beccafitzpatrick.com/.
Títulos: Crescendo
Coleção: hush, hush
Tradução: Irene Ramalho
Págs: 336
Capa: mole com badanas
PVP: 17,60 €
quarta-feira, 16 de março de 2011
Contra a Literatice e Afins - João Gonçalves
Desenganem-se os leitores: a literatura não é falinhas mansas. Querem a prova: Leiam Contra a Literatice e Afins, o novo livro de João Gonçalves, autor de Portugal dos Pequeninos, um dos blogues mais desassombrados que se escreve em Portugal.
O livro reúne textos acutilantes onde o autor analisa, sem piedade e com cruel sentido de humor, figuras tão conhecidas e apreciadas em Portugal como José Rodrigues dos Santos, Margarida Rebelo Pinto, Eduardo Pitta, Maria Filomena Mónica, Miguel Sousa Tavares, entre outros.
O livro reúne textos acutilantes onde o autor analisa, sem piedade e com cruel sentido de humor, figuras tão conhecidas e apreciadas em Portugal como José Rodrigues dos Santos, Margarida Rebelo Pinto, Eduardo Pitta, Maria Filomena Mónica, Miguel Sousa Tavares, entre outros.
Sinopse:
Este livro é uma reunião de textos críticos e acutilantes sobre figuras, autores e acontecimentos, assinados pelo autor de «Portugal do Pequeninos», um dos blogues mais lidos em Portugal.
«Este livrinho corresponde a uma deliberação com sentido duplo. Por um lado, provocar nos seus eventuais leitores a vontade de ir ao encontro dos (poucos) autores de que nele se fala sem pretensões aprofundadas. Depois, afastá-los da tentação de ler outros tantos, bem como coisas que sobre eles se produziram. Enquanto leitor, parto do princípio elementar de que a literatura não é democrática e que muito do que se lança por aí em seu nome é, visto a partir dela, uma falácia.»
«Este livrinho corresponde a uma deliberação com sentido duplo. Por um lado, provocar nos seus eventuais leitores a vontade de ir ao encontro dos (poucos) autores de que nele se fala sem pretensões aprofundadas. Depois, afastá-los da tentação de ler outros tantos, bem como coisas que sobre eles se produziram. Enquanto leitor, parto do princípio elementar de que a literatura não é democrática e que muito do que se lança por aí em seu nome é, visto a partir dela, uma falácia.»
Sobre o autor:
João Gonçalves é natural de Lisboa. Licenciou-se em Direito na Universidade Católica Portuguesa e exerce presentemente a actividade de jurista. Foi membro do conselho directivo do Teatro Nacional de São Carlos, entre 2002 e 2003. Colaborou nos jornais Semanário, O Independente e, esporadicamente, no i. É autor do livro Portugal dos Pequeninos (Bertrand Editores, 2009).
Autor: GONÇALVES, João
Género: Não Ficção/ Crónicas
Ano de Edição: 2011
Formato: 15x23cm
Nº de Páginas: 128
Peso: 210g
ISBN: 978-989-702-012-4
Preço: 13,90€
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