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domingo, 10 de agosto de 2025

Mrs. Dalloway - Virginia Woolf

Recentemente, fui surpreendido por uma mini-série da Netflix intitulada Adolescência. Para além da atualidade e pertinência do tema, um dos aspetos mais notáveis foi a opção estética de filmar cada episódio em plano único, sem cortes aparentes — um exercício notável de precisão técnica e de continuidade narrativa.

Esta estratégia visual encontra um interessante paralelo em Mrs. Dalloway, de Virginia Woolf, romance que se desenvolve ao longo de um único dia e que, tal como na mini-série, privilegia a sensação de continuidade. Woolf constrói um “plano-sequência” literário, no qual os pensamentos, perceções e memórias das personagens fluem sem interrupções, dissolvendo as fronteiras entre presente e passado e criando uma experiência de leitura imersiva e orgânica.

Mrs Dalloway, de Virginia Woolf, é assim uma obra-prima do modernismo literário, publicada em 1925, que acompanha um único dia na vida de Clarissa Dalloway, enquanto ela prepara uma recepção, para uma festa, na sua casa em Londres. Mais do que relatar eventos, o romance mergulha na corrente de consciência das personagens, explorando memórias, desejos, arrependimentos e a inevitável passagem do tempo.

A narrativa alterna fluidamente entre as perspectivas de Clarissa e outras figuras que cruzam o seu caminho, como Septimus Warren Smith, um veterano de guerra traumatizado. Esta estrutura fragmentada e a técnica do fluxo de consciência permitem a Woolf dissolver as barreiras entre passado e presente, realidade e pensamento, criando uma experiência literária quase cinematográfica, mas profundamente introspectiva.

O contraste entre Clarissa, imersa nas convenções sociais e na busca por harmonia, e Septimus, consumido pelo sofrimento e pela alienação, funciona como um comentário poderoso sobre a superficialidade das aparências e o silêncio que envolve a dor mental. Woolf expõe assim, de forma subtil mas incisiva, as limitações da sociedade inglesa do pós-Primeira Guerra Mundial, sobretudo na forma como lida com a saúde mental e o papel da mulher.

"Tenho em mim, pensou, parado ao lado do marco do correio, algo que se podia agora dissolver em lágrimas." 

O estilo de Woolf, com frases longas e ritmadas, imita o fluxo natural do pensamento, exigindo do leitor atenção e entrega. Cada detalhe sensorial — o som de Big Ben, o aroma das flores, a luz que se move pela cidade — adquire um peso simbólico, ligando o efémero ao eterno. A leitura não é linear nem apressada: é uma imersão lenta e profunda no tecido da consciência. Talvez por este motivo, a determinada altura, tenha tido alguma dificuldade em manter o foco.

Mrs Dalloway mantém-se, quase um século depois, uma leitura obrigatória, tanto pelo seu valor estético como pela sua relevância social. Já tinha este livro à bastante tempo e como o prometido é devido, após a leitura de Jogos de Raiva, não dava para adiar mais. Gostei, porém não seria honesto se não dissesse que por vezes gostava de um pouco mais de ação.

Por último, e porque julgo ser mais elementar justiça, gostaria de manifestar o meu apreço pelo bom gosto das ilustrações/design gráfico desta edição. Na minha opinião, transforma este livro num dos mais bonitos que já vi.

Págs. 208
Ref. ISBN: 978-989-724-611-1

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Madrugada Suja - Miguel Sousa Tavares

Não parti para este livro à espera de um romance do tipo de Equador ou de Rio das Flores. Na verdade, nem sei ao certo do que estava à espera. Mas quem leu estas duas obras não pode esperar que de Miguel Sousa Tavares saia um romance menor.

Não é na minha opinião correto fazer uma comparação entre esta obra e as duas que a antecedem. São estilos bem diferentes. Mas com tudo isso, Madrugada Suja, é um bom livro?

Madrugada Suja é um romance atual. Em 1988, em Évora, depois de uma festa de excessos, três estudantes saem com uma miúda de 16 anos para o Cromeleque dos Almendres e tudo termina em tragédia. Filipe, um dos jovens que estava naquela noite, acaba por ser a personagem principal desta trama.

Duro como o próprio autor, sem rodeios, Madrugada Suja é uma obra que nos leva ao Alentejo profundo de Medronhais da Serra, transportando-nos por temas como a reforma agrária, sobre o nosso povo, sobre nós. O ritmo da acção é alucinante e em cada capítulo somos brindados por uma narrador diferente.

Madrugada Suja é essencialmente uma lição de vida. Um passo mal dado, uma acção menos pensada pode comprometer de forma irreversível a nossa trajectória.

Se tivesse que apontar algum ponto menos bom, diria talvez o final, um pouco prevísivel. Ainda assim, considero um bom livro e que vale a pena ler.

Págs. 351
Ref. ISBN: 978-989-724-072-0
Editora: Clube do Autor


quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Novidades Noites Brancas: "Amar em francês - Ellen Sussman"

Amar em francês - Ellen Sussman

O prazer de descobrir um amigo onde menos se espera, aventurar-se numa nova cidade e, acima de tudo, encontrarmo-nos a nós próprios.

Sobre a obra:
Podia ser apenas mais um dia em Paris, mas para Josie, Riley e Jeremy é o dia que anuncia um novo futuro. Na cidade do amor, os três enfrentam as duras verdades do passado e descobrem que há outra vida à sua espera.

Um único dia em Paris altera a vida de três pessoas decididas a explorarem a cidade com os seus professores de Francês. Mais do que a língua do país, aprenderão a língua do amor e da perda, e as suas vidas cruzar-se-ão de formas surpreendentes.
Josie, Riley e Jeremy viajam para Paris por razões diferentes: Josie, uma jovem professora de liceu, chega na esperança de curar um coração partido; Riley, uma espirituosa mas solitária dona de casa expatriada, luta para sentir alguma ligação ao marido e ao novo país. E Jeremy, o reservado marido de uma famosa atriz, veio acompanhar a mulher na rodagem de um filme, mas sente-se distante do mundo dela.
Ao travarem conhecimento com os seus professores de Francês — Josie com Nico, um sensível poeta; Riley com Philippe, um inveterado conquistador; e Jeremy com a bela Chantal — sucumbem à inevitável paixão e a imprevisíveis aventuras na Cidade-Luz. À medida que atravessam as grandiosas avenidas e sinuosas ruelas de Paris, Josie, Riley e Jeremy desvendam surpreendentes segredos acerca do seu passado e acabam por encarar de frente algumas verdades há muito escondidas.

Sobre a autora:
Ellen Sussman nasceu em Nova Jérsia e desde cedo manifestou interesse pela escrita. Nunca desistiu do sonho de ser escritora, apesar das cartas de rejeição que recebeu ao longo dos anos. Em 2005 editou o seu primeiro romance, On a Night Like This, já traduzido para seis idiomas. Sussman é autora ainda de numerosos ensaios e contos e editora de duas antologias: Bad Girls: 26 Writers Misbehave (Escolha do Editor do New York Times) e Dirty Words: A Literary Encyclopedia of Sex.
Paralelamente, Ellen ensina escrita criativa. Residiu em Paris durante cinco anos e agora vive com o marido e as duas filhas na área de São Francisco.

PVP: 14,50 €
240 Páginas

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Novidades Clube do Autor: Coma comigo - Helena Sacadura Cabral

Coma comigo - Helena Sacadura Cabral

Receitas caseiras criativas a pensar no orçamento familiar com assinatura de Helena Sacadura Cabral

Receitas práticas para o dia-a-dia
As formas mais criativas de aproveitar as sobras
Os pratos ideais para impressionar públicos exigentes
Selecção de receitas adaptadas a regimes dietéticos

 
 
Seja um prazer ou apenas mais uma tarefa a cumprir no dia-a-dia, o certo é que, nos tempos que correm, o acto de cozinhar tem subjacente duas questões fundamentais: a saúde e o orçamento familiar.
É precisamente a pensar nessas questões que Helena Sacadura Cabral apresenta Coma Comigo, uma selecção de receitas familiares fáceis de pôr em prática, saborosas e saudáveis, e a um preço em conta.
Ao longo do livro encontram-se propostas para quem não tem qualquer tipo de restrição alimentar e se pode permitir algumas liberdades e também outras nas quais a gordura e o açúcar foram reduzidos sem que daí resulte menos prazer para quem decida segui-las.
A acompanhar as receitas, juntam-se as dicas da autora, no registo pessoal e directo que a caracteriza, tornando mais fácil e inspirador o momento de cozinhar.

Sobre a autora:
Helena Sacadura Cabral é licenciada em Economia, tendo obtido o prémio para o melhor aluno do Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras (ISCEF). Desempenhou vários lugares de chefia na Administração Pública, tendo sido a primeira mulher a ser admitida nos quadros técnicos do Banco de Portugal. Além de colunista de diversos jornais e revistas, mantém colaboração regular em televisão.

Informação Técnica:
PVP: 18,50€
192 + 32 Páginas com fotografias a cor

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Novidades Clube do Autor: "Guia de vinhos 2012 - Rui Falcão"

Guia de vinhos 2012 - Rui Falcão

As melhores relações qualidade/ preço

Os melhores vinhos até 5 e 10 euros


Sobre o livro:
Como escolher um bom vinho em tempos de crise? Quais os melhores vinhos nacionais e internacionais? Como e onde comprar vinho on-line?
No Guia de Vinhos 2012 de Rui Falcão estão as respostas a estas e outras questões para que o leitor, consumidor ou profissional, possa descobrir os melhores vinhos.
Numa escala que determina se um vinho é desagradável ou defeituoso (0 -9,5), até à perfeição absoluta (20), Rui Falcão classifica neste guia mais de 4300 vinhos.
O Guia de Vinhos Rui Falcão constitui hoje uma referência indispensável, apoiado na opinião de um dos mais prestigiados críticos nacionais, consagrando-se como uma ferramenta obrigatória na escolha de vinhos portugueses e estrangeiros.
Um guia essencial e apelativo, fundamental tanto para consumidores como para profissionais. O guia que ainda lhe oferece:
  • As melhores relações qualidade/preço do mercado
  • Os melhores vinhos até 5 e 10 euros
  • A eleição do vinho português do ano
  • Selecção dos dez melhores vinhos portugueses e estrangeiros
  • Uma análise sobre as últimas colheitas
  • Onde comprar vinho pela Internet
  • Prova alargada sobre Vinho do Porto de 10, 20, 30 e mais de 40 Anos
  • A maior fonte de informação sobre Vinho da Madeira
  • Quarenta e quatro provas verticais
Sobre o autor:
Rui Falcão nasceu em 1965. Engenheiro Informático de formação, hoje é jornalista especializado na área dos vinhos. Colabora na revista Wine – Essência do Vinho, onde é redactor. Colabora com o jornal Público, onde assegura uma coluna semanal de opinião e crítica de vinhos no suplemento Fugas.
Associado da Fédération Internationale des Journalistes du Vin (FIJEV), é autor, com o chef Albano Lourenço, do livro A Bimby na Cozinha Regional Portuguesa. Tem sido convidado para júri de diversas competições nacionais e internacionais, em países como Espanha, Alemanha, Inglaterra, África do Sul, Itália, França, Holanda, Grécia e Bulgária. Participou no prestigiado concurso de vinhos da revista inglesa Decanter, convidado como jornalista especializado em vinhos austríacos e espanhóis. Tem orientado inúmeros cursos de vinho, sessões públicas de prova e, a convite da Viniportugal e de comissões vitícolas regionais, apresentações de vinhos tanto em Portugal como em Espanha, Brasil, Angola, Canadá e Estados Unidos da América.
Publicou, como co-autor, quatro guias de vinhos Os5às8. Como autor publicou cinco Guia de Vinhos Rui Falcão.

PVP: 19,95 €
552 Páginas

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Novidades Clube do Autor: "Auto do cruzeiro do Inferno - Isabel Zambujal"

Auto do cruzeiro do Inferno - Isabel Zambujal

Os novos passageiros da Obra de Gil Vicente

Sobre o livro:
Será que nos dias de hoje ainda há fidalgos, alcoviteiras e judeus com o mesmo comportamento das personagens de Gil Vicente no seu Auto da Barca do Inferno?
Isabel Zambujal descobriu-os em pleno séc. XXI e seguiu-lhes os passos até ao Cais.
Cinco séculos depois, os defeitos e virtudes dos passageiros mantiveram-se.
Relendo a genialidade de Gil Vicente, a autora não resistiu a abusar do humor e da imaginação. Porque ainda é a rir que se castigam os costumes.

Sobre a autora:
Isabel Zambujal nasceu em Lisboa, em 1965. Sente-se no céu a brincar com as palavras e por isso sempre trabalhou como copywriter em agências de publicidade.
Em 2001, decidiu juntar três coisas que muito gosta - viagens, crianças e escrever - e nasceram os Saltinhos, a sua primeira colecção de literatura infantil, presente no Plano Nacional de Leitura e distinguida pelo ICA para a produção de uma série de animação.
A Menina que Sorria a Dormir, Histórias Escritas na Cara e a colecção Grandes Compositores, já traduzida em Espanha e na Bélgica, são apenas alguns títulos da sua autoria. Como lhe agrada embarcar em novos mundos, estreou-se no universo dos adultos com um delicioso conto para o livro Chocolate - Histórias Para Ler e Chorar Por Mais e prepara-se para ver as suas histórias adaptadas ao teatro.
Hoje desempenha as funções de supervisora criativa na Ogilvy Portugal e passa pouco tempo parada no cais.

Informação Técnica
PVP: 9,50 €
96 Páginas

domingo, 18 de setembro de 2011

Novidades Clube do Autor: Meu querido cromo, as minhas calças estão assombradas!

Meu querido cromo, as minhas calças estão assombradas!

Meu querido cromo está de volta! Jamie, a rapariga mais divertida do mundo, continua a partilhar no seu diário, o cromo, as peripécias hilariantes que vive na Escola Preparatória Carapau.
É incrível como um único par de calças pode ter tanta influência no Universo. Depois de vestir as calças de ganga mais fixes de sempre, Jamie sentia-se a rapariga mais bonita à face da Terra. Só que, afinal, as calças têm vida própria e desejos muitos esquisitos… Estão Assombradas!!!!!


Querido Cromo,
A Isabella disse que não foi a transformação que aumentou a Popularidade da Margaret e nos empurrou para o fundo da escala. Foram as calças. Também garantiu que não foi o meu grito na aula de Ciências que me fez trocar de novo de parceiro de laboratório e me juntar com o Famoso Palerma, Mike Pinsetti. Foram as calças. E disse que não fui eu quem fiz vocês-sabem-o-quê para cima do Hudson Rivers. FORAM AS CALÇAS!
Depois de Meu querido cromo, vamos fazer de conta que isto nunca aconteceu, chega agora Meu querido cromo, as minhas calças estão assombradas, e as aventuras de Jamie com as suas amigas parvas fazem deste divertido livro um fenómeno internacional.

 
Sobre Jim Benton:
Jim Benton não é uma rapariga e não frequenta o segundo ciclo. Mas, por favor, não levem a mal. Afinal, consegue ganhar a vida sendo bastante divertido. Benton é o criador de vários êxitos, tanto para adultos como para jovens, que vão desde livros a séries televisivas. Mora em Michigan com a mulher e os filhos e não tem um cão, muito menos um vingativo beagle.
Meu querido cromo é o seu mais recente fenómeno, uma série já com 12 livros.

P.S. – A Jamie não faz ideia de que tu, ou alguém, lê os seus diários. Então, por favor, por favor, não lhe digas nada.

Informação Técnica
Meu querido cromo, as minhas calças estão assombradas!
Jim Benton
Tradução Dina Antunes
PVP: 9,90€
152 Páginas

Novidades Clube do Autor: "De Olhos Pousados em Deus - Zora Neale Huston"

De Olhos Pousados em Deus - Zora Neale Huston

Sobre a obra:
De Olhos Pousados em Deus, uma das mais importantes obras da literatura americana do século XX, é uma tocante história de amor passada no Sul dos Estados Unidos que brilha pela sua inteligência, beleza e uma sensatez sentida.
Contada pela voz cativante de uma mulher que se recusa a viver na dor, na amargura ou no medo, De Olhos Pousados em Deus apresenta-nos Janie Crawford, uma mulher negra de pensamentos e sentimentos profundos, que embarca numa demanda em busca do seu verdadeiro eu.
A viagem de Janie inicia-se aos dezasseis anos, quando a avó moribunda a obriga a casar com Logan Killicks, um homem mais velho que Janie despreza. Revoltando-se contra as tentativas de Logan em transformá-la numa moura de trabalho, Janie decide fugir com Joe Starks, um homem da cidade com grandes sonhos. Os dois seguem para Eatonville, onde, passado pouco tempo, Joe se transforma no seu presidente de Câmara, chefe dos correios e proprietário de terras.
Depois da morte de Joe, Janie apaixona-se por um trabalhador de espírito livre muito mais novo do que ela. Tea Cake é o verdadeiro amor de Janie e na sua companhia ela tem finalmente liberdade para se transformar nela mesma.

Uma verdadeira pérola literária, a obra de Hurston continua tão relevante e comovente hoje como quando foi publicada pela primeira vez, em 1937. Oprah Winfrey considera De Olhos Pousados em Deus a sua «história de amor favorita de todos os tempos». A admiração pelo romance levou Oprah a produzir uma adaptação televisiva do mesmo, tendo como actriz principal Halle Berry.

Sobre a autora:
Zora Neale Hurston, romancista e antropóloga, nasceu a 7 de Janeiro de 1891, em Notasulga, Alabama. Hurston mudou-se com a família para Eatonville, Florida, quando ainda era muito pequena e as suas obras não revelam qualquer recordação do início de vida no Alabama. Para Hurston, Eatonville sempre foi o seu lar.
Ao longo de uma carreira que se prolongou durante mais de trinta anos, Hurston escreveu quatro romances, dois livros sobre folclore, uma autobiografia, numerosos contos e vários ensaios, artigos e peças. Em 1937, publicou a sua obra-prima, De Olhos Pousados em Deus. Cinco anos mais tarde, aquando do lançamento da autobiografia Dust Tracks on a Road, a autora recebeu finalmente a aclamação que há muito lhe escapava, transformando-se numa referência da literatura americana do século XX.
Zora Neale Hurston morreu a 28 de Janeiro de 1960, aos sessenta e nove anos, vítima de uma apoplexia.

Informação Técnica
Zora Neale Huston
PVP: 15,80€
280 Páginas

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Novidades Clube do Autor: "A última testemunha de Auschwitz - Denis Avey com Rob Broomby"

A última testemunha de Auschwitz - Denis Avey com Rob Broomby

Um relato em primeira mão do pesadelo vivido no campo de concentração de Auschwitz III
«Eu, soldado britânico e prisioneiro de guerra, protegido até agora pela Convenção de Genebra, olhei para a minha nova farda, umas roupas largas, disformes, com umas riscas azuis sujas e uma estrela amarela. Sob os olhares dos guardas das SS, cruzei os portões. Ao início de uma tarde de meados de 1944, entrei em Auschwitz III de livre vontade e por minha própria iniciativa.»

A Última Testemunha de Auschwitz é a história verdadeira e impressionante de um soldado britânico que entrou de livre vontade em Buna-Monowitz, o campo de concentração conhecido como Auschwitz III, para testemunhar na própria pele os horrores sofridos pelos judeus. A sua atitude acabaria ainda por ajudar a salvar um prisioneiro judeu…
No Verão de 1944, Denis Avey era um dos prisioneiros de guerra do campo de trabalho E715, próximo de Auschwitz III. Muito se ouvia falar da brutalidade aplicada aos prisioneiros judeus que aí estavam presos, mas Denis Avey queria certificar-se de que os boatos eram de facto verdadeiros. Tomou então a decisão de ir pessoalmente testemunhar tudo o que lhe fosse possível, colocando em risco a sua própria vida.
Denis Avey arquitectou um plano para trocar de lugar com um prisioneiro judeu e conseguiu infiltrar-se num dos sectores do campo. Passou lá a noite por duas vezes e viveu em primeira mão a crueldade de um lugar onde os trabalhadores escravos eram condenados à morte através do trabalho forçado.
Surpreendentemente, sobreviveu para testemunhar o período posterior à «marcha da morte», em que milhares de prisioneiros foram assassinados pelos nazis fugindo ao avanço do exército soviético. Após a sua própria caminhada através da Europa Central, foi repatriado para a Grã-Bretanha.
Durante décadas, não conseguiu revisitar o passado que lhe assombrava os sonhos, mas agora Denis Avey foi finalmente capaz de contar toda a história – tão apaixonante como comovente – oferecendo-nos uma visão única do íntimo de um homem comum cuja coragem é quase inacreditável.

Sobre o autor:
Denis Avey nasceu no Essex em 1919. Combateu no deserto durante a II Guerra Mundial, tendo sido capturado e mantido como prisioneiro de guerra num campo próximo de Auschwitz III. Em 2010, foi distinguido como um dos 27 Heróis Britânicos do Holocausto.
Rob Broomby é jornalista do BBC World Service, especializado em temas britânicos. Anteriormente, foi correspondente da BBC em Berlim e trabalha há mais de vinte anos como jornalista radiofónico, especialmente para a BBC Radio.

Informação Técnica
Denis Avey com Rob Broomby
Prefácio de Sir Martin Gilbert (Historiador)
PVP: 17,80 €
328 Páginas

Novidades Clube do Autor: "Não podemos ver o vento - Clara Pinto Correia"

Não podemos ver o vento - Clara Pinto Correia

Uma história arrepiante que revela os abismos da alma humana e os segredos mais bem guardados da nossa guerra.

Sobre o livro:
Não podemos ver o vento é o novo romance de uma das mais importantes escritoras portuguesas, que nos fala sobre os segredos mais bem guardados da guerra colonial em Moçambique. “Foi, sem sombra de dúvida, o trabalho de campo mais cansativo que alguma vez me meti por amor a um romance”, desabafa a autora.
Mariana, uma psicóloga ruiva de coração ardente e determinação férrea, está na casa dos trinta quando conhece Guilherme. Mãe de duas gémeas demasiado bonitas, atrevidas e curiosas para seu próprio bem, Mariana começa a frequentar o Solar de Turismo de Habitação que Guilherme dirige na Serra do Barroso para preencher de forma criativa e pedagógica os tempos livres das filhas. Estabelece rapidamente uma grande amizade com o proprietário e à medida que essa relação se vai estreitando começam a emergir os temas que lançarão a psicóloga na sua investigação sem retorno: a Guerra Colonial em Moçambique, a formação dos Grupos Especiais e dos Grupos Especiais Pára-Quedistas, as suas incríveis missões-relâmpago de contraguerrilha, o uso de estupefacientes fornecidos pelo próprio Exército Português, e outros segredos.
Não Podemos Ver o Vento é um puzzle em que as peças vão encaixando para revelar aspectos imprevistos dos abismos da alma humana e histórias verdadeiras de um dos segredos mais bem guardados da Guerra. A última peça do puzzle, no entanto, ao revelar o quadro na sua totalidade, também o modifica por completo: afinal havia ainda mais um segredo, o mais impressionante de todos, e desse nem Guilherme falou nem Mariana suspeitou. E não é que não tenha estado sempre à vista.

Sobre a autora:
Nasceu em Lisboa em 1960. É licenciada em Biologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Em 1985 entrou como assistente para a Faculdade de Medicina, onde leccionou Embriologia e Biologia Celular. Doutorou-se em Biologia Celular, no ano de 1992, no Instituto de Investigação Científica Abel Salazar, depois de ter realizado o seu trabalho de investigação na State University of New York em Buffalo, EUA.
A partir de 1995 começou a trabalhar na Universidade Lusófona (Lisboa), onde foi vice-reitora até 2003. Montou e dirigiu a licenciatura em Biologia e o Mestrado em Biologia do Desenvolvimento até 2010. Foi também directora da pós-graduação em História da Ciência e da cadeira Ciência e Religião da licenciatura em Ciência das Religiões. Em 2004 prestou provas de agregação na Universidade de Lisboa, passando então a ser Professora Catedrática.
Presentemente é visiting scholar no Department of Biology no Amherst College, e membro do Centro de Estudos de História e Filosofia da Ciência. É também escritora, com mais de cinquenta títulos publicados, cronista e tradutora, tendo frequentemente trabalhado em rádio e televisão.

PVP: 16,80 €
360 Páginas

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Novidades Clube do Autor

Mrs. Dalloway - Virginia Woolf

«Um clássico é um livro que nunca acaba de dizer o que tem para dizer». Italo Calvino


Proclamado pela revista Time como um dos cem melhores romances em língua inglesa do século XX, Mrs. Dalloway é a grande obra de Virginia Woolf, o primeiro dos seus romances a sair dos cânones tradicionais, adoptando a técnica da corrente de pensamentos com maestria.
Romance sobre o tempo e a desconexão da existência humana, Mrs. Dalloway faz coexistir, não só na mente das personagens que integram a obra mas também nas suas páginas, o passado, o presente e o futuro, lembrando o leitor que o tempo actual é influenciado pelo que o antecedeu e pelo que lhe sobrevirá.
Centrado em Clarissa Dalloway e ambientando no período pós Primeira Guerra Mundial, o livro eleito por Teresa Patrício Gouveia reflecte, na verdade, a história da crise de um indivíduo, de uma classe, de uma sociedade e do próprio romance.
Não obstante o facto de ter sido publicado pela primeira vez em 1925, logo nas primeiras páginas, refere Teresa Patrício Gouveia no prefácio desta edição, «constatamos como o seu olhar (de Virginia Woolf) e a sua escrita são totalmente modernos».

Mrs. Dalloway é o quarto título da colecção «Os Livros da Minha Vida». Esta é uma colecção que visa destacar alguns dos livros que ao longo dos séculos marcaram a sua época, entraram para a História da Literatura e, por qualquer razão, se tornaram especiais para determinada personalidade pública.

 

A Livraria - Penelope Fitzgerald

Pequeno no número de páginas mas enorme no que à aclamação popular diz respeito, este segundo romance de Penelope Fitzgerald foi o primeiro a figurar entre os finalistas do Booker Prize. A autora venceu o prémio em 1979 com Offshore.
Em 1959, Florence Green, uma viúva com uma pequena herança, arrisca tudo para abrir uma livraria na vila costeira de Hardborough. Depois de comprar o espaço, um velho edifício com fama de estar assombrado, e de vencer a resistência inicial, Florence decide colocar à venda o livro Lolita, de Nabokov, desencadeando um terramoto subtil mas devastador na pequena localidade.
A Livraria marca a estreia de Penelope Fitzgerald em Portugal.

Sobre a autora:
Penelope Fitzgerald é uma das mais notáveis vozes da ficção britânica. Autora tardia, publicou o primeiro livro, uma biografia sobre o pintor Edward Burne-Jones, em 1975, a que se seguiu, dois anos depois, o seu primeiro romance, quando já tinha sessenta anos.
Depois de se licenciar em Somerville College, Oxford, trabalhou na BBC; durante a guerra, foi editora de um jornal literário, geriu uma livraria e ensinou em várias escolas, incluindo uma de teatro.
Autora de nove romances, três dos quais — A Livraria, The Beginning of Spring e The Gate of Angels — estiveram na shortlist para o Booker Prize, Fitzgerald foi finalmente distinguida com o Booker Prize em 1979, com Offshore. O seu último romance, A Flor Azul, o mais admirado de 1995, foi repetidamente eleito pela imprensa internacional como «Livro do Ano». Ganhou ainda o Circle Award, atribuído pela America’s National Book Critics, contribuindo para que se tornasse conhecida de um público mais vasto.
Reconhecida biógrafa e crítica, Penelope Fitzgerald escreveu ainda acerca da vida da poetisa Charlotte Mew e publicou a obra The Knox Brothers sobre o seu extraordinário pai — Edmund Knox, editor da revista Punch — e irmãos.
Fitzgerald faleceu em Londres em Abril de 2000, aos oitenta e três anos.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Novidades Clube do Autor: "Encontros Marcados - Gonçalo Cadilhe"

Encontros Marcados - Gonçalo Cadilhe

Por que razão a canção “Song for Sharon”, de Joni Mitchell, é tão especial para Gonçalo Cadilhe?
Qual o significado do livro As Cidades Invisíveis no percurso do 
escritor-viajante?
Que importância tiveram os escuteiros na sua vida?

As respostas a estas e a tantas outras perguntas estão no novo livro do escritor, Encontros Marcados. Neste seu regresso às livrarias nacionais, Gonçalo Cadilhe revela as circunstâncias que o tornaram o maior viajante português da actualidade e desvenda alguns dos momentos marcantes que lhe incutiram e continuam a incutir o gosto pela aventura e pelo desconhecido.

Da primeira viagem sem os pais, numa saída dos escuteiros, à tomada de decisão quanto ao rumo a seguir terminado o curso de Gestão, Gonçalo Cadilhe recupera neste livro memórias antigas, conversas que o transformaram enquanto ser humano, episódios nunca narrados, objectos que fazem parte do seu passado enquanto escritor e enquanto viajante.

Pelo meio, mais de duas dezenas de fotografias ilustram os momentos relatados. Malaca, Xi’an, Huahine, Banguecoque são aqui revisitadas assim como o são a Figueira da Foz, Coimbra e Cantanhede. Encontros Marcados não é, porém, apenas mais um livro de viagens, é o desvendar da força do destino por detrás da longa jornada que é a vida.

«O livro que segue tem implícito um dos maiores mistérios da Humanidade: o da nossa própria vida se tivéssemos sido outra pessoa. Ao olharmos para o que somos, não podemos acreditar que esta era a única possibilidade que tínhamos. Desde os traumas da primeira infância, que nem recordamos, mas que nos fazem ter claustrofobia, agorafobia, pavor dos ratos ou, no meu caso, nojo da cebola crua; às desilusões de amor ou às vitórias desportivas da escola primária; passando pela letra de uma canção; as sugestões de um livro; ou uma máxima que recebemos de um professor universitário; entre tantos, tantos outros exemplos, tudo terá deixado a sua impressão sentimental no conjunto homeopático que nos constitui.» Gonçalo Cadilhe, in Nota Introdutória

Sobre o autor:
Tudo sobre o autor e as suas obras em http://www.goncalocadilhe.com/.

Encontros Marcados
PVP: 13,95 €
156 Páginas + 16 páginas de extratextos

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Novidades Clube do Autor: África Minha - Karen Blixen

África Minha - Karen Blixen


«Em "África Minha", à boa maneira africana, Karen Blixen deixa-nos redescobrir o gosto de ouvir contar uma história.» António Marujo, Público


Sinopse:
Hino a África e à vastidão das suas paisagens, retrato perfeito das cores, cheiros e gentes africanas, obra de culto, já muito se escreveu sobre África Minha. Mais do que um livro de memórias da autora, trata-se de uma homenagem a todo um continente.
Na obra, Karen Blixen descreve com detalhe os hábitos, culturas e rituais de somalis, massais e kikuius, por um lado, e o colonialismo inglês na África Oriental, tanto na perspectiva institucional como social, por outro. A isto se junta o retrato de um modo de vida em comunhão com a natureza e com aquilo que há de mais primitivo na humanidade e eis algumas das razões pelas quais o livro se transformou numa referência literária mundial.
Adaptado ao cinema por Sydney Pollack em 1985, com Meryl Streep e Robert Redfort nos papéis principais, também o filme alcançou o epíteto de uma das mais belas e comoventes películas da história do cinema.
Em Sombras no Capim, a continuação da história da autora na Quénia, Karen Blixen retoma a história cativante da sua vida no Quénia iniciada em África Minha. Com afecto e sensibilidade, estas histórias iluminam o seu amor tanto pelos africanos, pela sua dignidade e tradições, quanto pela beleza e exuberância das paisagens. Sombras no Capim é, assim, um capítulo final na apaixonante história de Karen Blixen sobre África.

Sobre a autora:
Karen Blixen nasceu em 1885 na Dinamarca, de uma família nobre, e com o marido (Bror Blixen) partiu para Nairobi, onde em 1914 iniciaram uma plantação de café. Separou-se do marido em 1921 e manteve-se à frente da fazenda, com a ajuda do irmão Thomas durante os dois primeiros anos, e sozinha nos restantes oito. Neste período, Denys Finch Hatton viveu com Karen na fazenda.
Em 1931, falida a fazenda, e morto o companheiro num acidente de aviação, regressou à Europa. É na Europa que publica toda a sua obra, que para além de África Minha (1937) inclui Sete Contos Góticos (1934), Sombras no Capim (1960) e Anecdotes of Destiny (1958), de onde foi extraído o conto em que se baseia o filme A Festa de Babette (1987) do realizador dinamarquês Gabriel Axel. Karen Blixen morreu em 1962. As Cartas de África foram editadas postumamente, em 1981.

África Minha + Sombras no Capim
Tradução de Ana Falcão Bastos e Cláudia Brito
PVP: 16,90 €
436 Páginas

 

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Duas novidades no Clube do Autor

Crónica dos Bons Malandros, em edição definitiva, e Fado, Samba e Beijos com Língua são os novos títulos da editora Clube do Autor já disponíveis nas livrarias nacionais.

Crónica dos bons malandros - Mário Zambujal

O livro de Mário Zambujal dispensa apresentações. 31 anos depois da primeira edição, Crónica dos Bons Malandros não pára de conquistar leitores e isso diz muito acerca de um livro.

«Pensei que fosse do amor, da picada de abelha da adolescência (os meus 13 anos). Mas volto a ler a Crónica do Mário e caio na mesma alegria comovente. Este livro tem de ser bandido das estantes.» Rui Cardoso Martins
 





 Fado, Samba e beijos com lígua - Hugo Gonçalves


Cada texto de Hugo Gonçalves é uma metáfora do real. Há um sentido metafórico em cada um dos seus contos. Tendo quase sempre como ponto de partida a realidade concreta o escritor transfigura-a e constrói o seu mundo ficcional.  Este é o jogo preferido do actual cronista do jornal i: a interpenetração entre ficção e realidade. E muitos são os seus leitores. Seja pelos rasgos de humor seja pela originalidade da sua escrita, Hugo Gonçalves é um nome a reter. Fado, Samba e Beijos com Língua é o primeiro livro de contos e pequenas ficções deste autor.

sábado, 9 de abril de 2011

Clube do Autor lançou duas novas obras

23 Coisas que Nunca lhe Contam sobre a Economia - Ha-Joon Chang


Há dezenas de boas razões para ler este livro. A actualidade do tema, a objectividade da análise e o carácter revolucionário das teorias de Ha-Joon Chang são apenas algumas delas. Mas vamos por partes.


23 BOAS RAZÕES PARA LER ESTE LIVRO:
1 - A economia global está desfeita. Perceba porquê.
2 - A globalização não está a tornar o nosso mundo mais rico. Pois é, acredite.
3 - O mercado “livre” não existe. Conheça os fundamentos deste facto.
4 - Ainda há muitos mitos à volta do capitalismo. Esclareça-se.
5 - O crash de 2008 marca a segunda maior crise económica da história. Ponto.
6 - As empresas não devem ser geridas no interesse dos seus proprietários. Elementar?
7 - A máquina de lavar mudou mais o mundo do que a internet. Entenda como.
8 - Surpreenda-se: os EUA não têm o nível de vida mais elevado do mundo.
9 - Sim, não vivemos numa era pós industrial. Como?
10 - O que aconteceu à economia mundial não foi um acidente ou resultado de uma força imparável da história. Consciencialize-se disso.
11 - Não, a África não está condenada ao subdesenvolvimento.
12 - Tornar os ricos mais ricos não torna os outros mais ricos. O que lhe contam e o que deve saber.
13 - Os habitantes dos países pobres são mais empreendedores do que os habitantes dos países ricos. Surpreendido?
14 - A igualdade de oportunidades pode não ser justa. Causas e consequências.
15 - Este é um livro revolucionário, entusiasmante e acessível sobre temas como o dinheiro, a igualdade de oportunidades e a ganância.
16 - Manifesto anticapitalista, eis o que este livro não é.
17 - Dividido em 23 “factos” económicos, este livro revela a verdade por detrás daquilo que se assumiu como verdade acerca do capitalismo.
18 - Agrupadas pelos temas abordados, há pelo menos sete formas de ler este livro.
19 - Mais do que desmontar os supostos factos essenciais do capitalismo, 23 Coisas que Nunca lhe Contam sobre a Economia apresenta alternativas e demonstra que existe uma forma melhor de gerir o mundo.
20 - A maior parte das questões discutidas no livro não tem respostas simples mas valem pela honestidade e pelo esclarecimento.
21 - Na Conclusão, o autor encontra, por fim, instruções para reconstruir o mundo.
22 - Para que não restem dúvidas: «Chang é um autor inteligente e credível.» | Time
23 - E ainda: esta é «uma obra muito inteligente.» | Observer

Sobre o autor:
Ha-Joon Chang nasceu na Coreia do Sul, em 1963, mas estudou em Cambrigde, Inglaterra, onde ainda reside. Licenciado em Economia, Chang lecciona na Universidade de Cambridge desde 1990.
Ao longo da sua carreira, publicou mais de uma dezena de obras dedicadas ao pensamento económico, designadamente Kicking Away the Ladder: Development Strategy in Historical Perspective (que recebeu o prémio Gunnar Myrdal, em 2003) e Bad Samaritans: Rich Nations, Poor Policies and the Threat to the Developing World.
Em 2005, Chang foi distinguido com o prémio Wassily Leontief Prize for Advancing the Frontiers of Economic Thought.

Informação Técnica
23 Coisas que Nunca lhe Contam sobre a Economia
Tradução de Paulo Tiago Bento
PVP: 15,95 € • 320 Páginas


VILLA AMALIA - Pascal Quignard


Pascal Quignard é um desses autores que dispensa apresentações. Nome maior da literatura francesa, foi distinguido com o Prémio Goncourt em 2002 e é um dos grandes pensadores contemporâneos. Villa Amalia, nas livrarias desde 7 de Abril, marca o seu regresso às livrarias nacionais.

Sobre o autor:
Pascal Quignard nasceu a 23 de Abril de 1948, em Verneuil-sur-Avre, em França. Estudou Filosofia da Universiade de Nanterra, que frequentava quando eclodiu o Maio de 1968. Licenciou-se no seguinte, passando a desempenhar funções de leitor externo junto da prominente editora Gallimard. Também nesse ano se estreou como escritor, ao publicar um ensaio dedicado à figura de Sacher Masoch, L'Etre du Balbutiement. Seguiram-se Alexandra de Lycophron e La Parole de la Délie. Foi professor na Universidade de Vinennes e na escola prática de Ciências Sociais e fundou, juntamente com o ex-Presidenre da República François Mitterrand, o Festival de Ópera e o Teatro Barroco de Versailles.

Informação Técnica
Villa Amalia
Tradução de Artur Lopes Cardoso
PVP: 14,95 € • 294 Páginas